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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Carta aos estudantes da UFRGS sobre o processo eleitoral do DCE


O DCE da UFRGS, uma das entidades estudantis mais importantes do país, encontra-se atualmente com uma gestão totalmente vinculada aos interesses dos grandes empresários, banqueiros e governos. A atual gestão defende e apóia o governo de Yeda Crusius (PSBD), o qual avança em passos largos no sucateamento da saúde e educação (vide o exemplo da enturmação e “escolas de lata”). Além destes ataques, Yeda (que faz um governo pró-agronegócio) tem se preocupado em criminalizar os movimentos sociais. Repressões aos movimentos são constantes no atual governo: no último período até ação judicial pedindo o fim do MST foi realizada. Ou seja, o nosso DCE hoje está aliado com o que há de mais reacionário no país.

Durante o processo de aprovação do mérito do Parque Tecnológico, mais uma política do Governo Lula/PT de privatização dos espaços da Universidade e retirada de direito dos estudantes, o DCE, ao invés de fazer o enfrentamento juntamente às entidades e grupos políticos organizados e pedir debates e real participação dos discentes nessa decisão, colocou-se a favor desse ataque - inclusive rindo dos estudantes que estavam apanhando da segurança universitária, em uma das cenas mais lamentáveis dos últimos anos na UFRGS.

A atual gestão mostrou a que veio: apoiar a extrema direita reacionária e os ataques do governo Lula/PT às Universidades Federais, deixando o DCE – entidade que deveria representar os estudantes e seus posicionamentos – à mercê das políticas de destruição da Universidade. Isto sem mencionar as denúncias de corrupção sofridas pela atual gestão durante seu mandato.


Qual deve ser a resposta dos lutadores? Luta!


Para enfrentar todos esses ataques, é importante ter um DCE que consiga potencializar a mobilização dos estudantes. Para que o DCE seja uma ferramenta importante, é necessário que consigamos construir um programa adequado para dar respostas coerentes. Acreditamos que um programa coerente reivindica uma Universidade pública, gratuita e de qualidade! Justamente por conta dessa reivindicação, consequentemente há a necessidade da luta contra o REUNI, o Parque Técnológico e a reforma universitária de conjunto de Lula/PT.

Apesar do REUNI ter sido aprovado em 2007, os reflexos na Universidade começam a se tornar evidentes. A estrutura da universidade cada vez condiz menos com o número de estudantes: ocorre a falta de salas de aula, professores, uma política séria de assistência estudantil etc. Tudo isso é reflexo da falta de verbas para educação, somada ao projeto de destruição da Universidade implementado pelo Governo.

Esse, então, é um momento crucial para se debater a organização do movimento estudantil em torno das lutas do dia a dia, vinculado à organização nacional dos estudantes, pois apenas com uma organização nacional – que vincule as lutas diárias às lutas estudantis nacionais, que faça o enfrentamento claro e concreto aos empresários, banqueiros, governos – poderemos dar conseqüências às nossas pautas e cada vez mais impedir a entrada desses setores nas entidades estudantis.

Consideramos que para o real avanço do movimento estudantil em suas lutas e organização, é necessário fazer o enfrentamento aos agentes implementadores dos ataques, posicionando-se contra esses agentes, e contra as entidades que são utilizadas como aparatos dos mesmos.

Desde a década de 1990, a UNE encontra-se burocratizada e afastada das lutas. A partir da ascensão de Lula/PT ao governo, a UNE definitivamente passou para o lado dos empresários, aliando-se ao Governo, posicionando-se contrária aos interesses dos estudantes, como no caso da Reforma Universitária e especificamente com o decreto do REUNI.

Por conta disso, o Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa considera que o debate de reorganização do movimento estudantil é um debate essencial, que não pode ser relegado a segundo plano e que deve ser construído diariamente, em cada luta específica. Cada vez que nos chocamos com a política do governo, é também necessário o enfrentamento com a entidade que garante a sustentação destas políticas no interior do movimento estudantil: a UNE. Só com a derrota política da UNE poderemos avançar para derrotar o governo Lula/PT e construir o novo movimento estudantil.


A situação da esquerda na UFRGS


Consideramos importante a retomada do DCE da UFRGS pelos lutadores. Porém, esse processo deve ocorrer com uma unidade programática que expresse claramente oposição a todos os ataques à Educação Pública, tanto de Yeda/PSDB quanto de Lula/PT e que priorize e paute a reorganização do movimento estudantil, evidenciando o papel nefasto que hoje cumpre a UNE.

Porém, o que verificamos é a esquerda priorizando uma unidade esvaziada, com um programa débil, que abre mão de colocar o enfrentamento ao REUNI no programa, que não cita os decretos do governo, que não pauta a reorganização do movimento estudantil. Em suma, conforma-se uma unidade artificial por meio de um programa diluído que provavelmente vai estar a serviço de barganhas entre as correntes, transformando a ferramenta do DCE num espaço superestrutural.


Diante do grande potencial presente nas lutas estudantis quando bem organizadas e desenvolvidas, chamamos os estudantes a discutir conosco as lutas da UFRGS.


Contatos:
Tatiana Borin - tatyborin87@gmail.com

8415-8449

sábado, 12 de setembro de 2009

ExNEEF apóia a greve dos profissionais da Educação do Rio de Janeiro

Moção de apoio à greve dos profissionais
da Educação do Estado do Rio de Janeiro




Com o argumento de não ter orçamento para a educação estadual do Rio de Janeiro, apesar do acordo com o Governo Lula que diz que o pior da crise já passou, diversos ataques vêm sendo implantados pelo Governo Sérgio Cabral – PMDB, no Estado do Rio de Janeiro, com apoio do Governo Lula/PT, como o projeto da Nova Escola, que ataca o plano de carreira conseguido pelo SEPE, professores e funcionários através de lutas e greve.

Nesta Terça Feira, dia 8, com mais ou menos três mil professores, funcionários, estudantes e pessoas solidárias às lutas, o governador enviou a tropa da polícia militar, fortemente armada e com spray de pimenta e bomba de gás lacrimogêneo a fim de reprimir a manifestação que ocorria em frente à Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, ferindo diversos trabalhadores presentes.

Nesse sentido, verifica-se o embrutecimento da crise econômica, em forma de decreto, sobre os trabalhadores e a repressão cada vez maior aos movimentos sociais que estão em luta junto à classe trabalhadora.

Em conseqüência disso, a Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física apóia a greve e manifestações de professores, funcionários e estudantes da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro e repudia a ação repressiva e de degradação da educação, dos Governos do PT e PMDB e da Polícia militar.


Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física
Gestão 2009 – 2010


Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física – ExNEEF
Rua Felizardo 750, Jardim Botânico-Porto Alegre/RS, CEP: 90690-200
Contatos: 71-91630460, 71- 91633802 / ExNEEF@gmail. com

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Greve estudantil na UNESP-Marília

Há três semanas os trabalhadores da USP estão em greve pela readmissão do sindicalista Brandão, contra o ensino a distancia e pela sua pauta específica.
Nessa terça-feira, a assembleia geral de estudantes da UNESP de Marilia, com mais de 300 estudantes (de um total de 2.000) decidiu entrar em greve, unindo-se aos trabalhadores da USP, e levantando também a pauta estudantil (que inclui a contrariedade ao projeto do Governador de São Paulo José Serra para a Unesp, que é a versão paulista da universidade nova de Lula).

É feito um chamado a todos os estudantes da USP, UNICAMP e demais campi da UNESP para discussão e incorporação à greve!
NOTA À IMPRENSA
Os estudantes da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP campus Marília, diante de um quadro de precarização do ensino e dos serviços da universidade (falta de professores e funcionários, falta de uma política de permanência estudantil plena, ensino à distância, planos privatizadores, etc.) e após três meses de discussão, atos e paralisações - não tendo suas reivindicações atendidas – deliberaram em Assembléia Geral, realizada no dia 26 de maio de 2009, por greve com ocupação do Prédio de Aulas até o completo atendimento de suas demandas.



À UNESP, bem como a outras universidades públicas do estado, está posta uma situação de falta crônica de professores em todos os seus cursos. O mesmo se dá em todas as seções da universidade; em todas elas (administração, bibliotecas, restaurante universitário, etc.) verifica-se, além da falta de funcionários, notória sobrecarga de trabalho. Soma-se a isto, uma deficitária política de permanência estudantil, ou seja, os pouquíssimos estudantes de baixa renda que conseguem vencer a muralha do vestibular (apenas 14% dos estudantes da UNESP provêm de escolas públicas!), deparam-se com o mais completo descaso por parte dos governos, das diretorias e da reitoria, sendo que muitas vezes estes estudantes são obrigados a abandonar seus cursos.



E isto não é tudo. As diretorias e a reitoria da UNESP, bem como o governo do estado, ao invés de buscar sanar os problemas elencados, aprofundam ainda mais os ataques. Entre os diversos elementos precarizadores, citamos os dois principais: Plano Decenal de Desenvolvimento Institucional (PDI) e a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP). O PDI, plano imposto pela reitoria, acentuará um processo de privatização da UNESP, descaracterizando- a enquanto universidade pública, uma vez que atrela seu financiamento e sua produção à iniciativa privada. Este projeto, junto com a UNIVESP, também institucionaliza o ensino à distância, debilitando o tripé ensino-pesquisa- extensão e determinando uma cisão na universidade: de um lado centros de excelência para uma minoria; de outro, cursos de baixa qualidade para formação de profissionais destinados a trabalhar na rede pública de ensino.



Diante disso, professores, funcionários e estudantes não se calaram, se manifestando das mais diversas formas (organizando amplos debates, atos, greves, etc). Porém, devemos destacar que aqueles que se levantaram contra esses ataques e em defesa da universidade pública, ao invés de serem ouvidos, foram duramente reprimidos. Estudantes sofrendo processos de sindicância, professores sendo perseguidos e, até mesmo, ameaçados de morte (como no campus de Registro). Um dos casos mais emblemáticos é a atual demissão ilegal do funcionário dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Claudionor Brandão, simplesmente por defender os interesses dos trabalhadores.



Nada disto seria possível não fosse a atual estrutura anti-democrática vigente nos órgãos deliberativos da universidade, nos quais os professores, apesar de serem a minoria, representam 70% do poder decisório, enquanto funcionários e estudantes, que são a maioria, ficam apenas com 15% cada.



Contra isso é que se dá a atual greve dos estudantes da UNESP de Marília. Criticamos este modelo de universidade pública posto, no qual se dá a reprodução dos mecanismos de exclusão da maioria da população ao ensino superior. Portanto, somos por uma universidade pública, gratuita, de qualidade, acessível a todos e a serviço das demandas dos trabalhadores e do povo pobre.




Marília, 27 de Maio de 2009.



Comando de Greve dos estudantes da UNESP de Marília.






PAUTA DE REINVINDICAÇÕES DOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP CAMPUS MARÍLIA



Contra o PDI: pelo fim de seus trâmites nos órgãos da Universidade

Contra a UNIVESP: pelo fim do convênio entre UNESP e Secretaria de Ensino Superior

Educação não é mercadoria: estatização, sem ressarcimento, das universidades particulares como forma de sanar a falta de acesso ao ensino superior.

Contra a repressão:
Solidariedade a greve dos trabalhadores da USP: pela imediata readmissão do camarada Brandão
pelo fim das sindicâncias na UNESP, USP e UNICAMP

Por democracia de fato nos espaços de decisão da universidade:
· Paridade de voto às eleições para Diretoria e Reitoria
· Paridade nos órgãos deliberativos; Conselho Universitário e Congregação

Pela imediata incorporação dos trabalhadores terceirizados aos quadros da universidade

Pela contratação de mais professores

Pela contratação de mais funcionári@s

Por uma política efetiva de Permanência Estudantil:
— Por mais bolsas BAAE: com número mínimo de 260 bolsas, com encampamento pela reitoria das bolsas BAAE oferecidas pela iniciativa privada— Bolsa BAAE de pelo menos um Salário Mínimo— Por mais vagas na Moradia Estudantil
— Por mais bolsas alimentação com caráter socioeconômico, vinculadas à bolsa-moradia, auxilio aluguel e bolsa BAEE
— Pelo aumento da quantidade de refeições servidas no restaurante Universitário, com proporcional aumento do número de funcionários
— Pelo Restaurante à noite já
— Por formulários de Moradia e Bolsa BAAE para estudantes de Terceira Chamada em diante.
· Bolsa Moradia para Pós-Graduandos (ordem de prioridade: graduandos –> graduados –> pós-graduandos)
· Aumento do número de vagas no CCI (creche)

Pela adequação da estrutura física da faculdade para pessoas portadoras de deficiência (em todos os seus espaços)

Pela ampliação do Anfiteatro

Pela ampliação da Biblioteca

Pela criação de espaços de convivência estudantis adequados

Pela contratação de odontologista para UNAMOS e atendimento geral na área de ginecologia (não somente preventivo)

Pela transferência do CEES para o Campus I, para que os alunos sejam atendidos por médicos (necessidades básicas), além do centro de estudos para os cursos que estão em estágio

Marília, 16 de abril de 2009, Prédio de Atividades Didáticas, Anfiteatro I

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Moção de repúdio à perseguição política no CAp-UFRJ

Companheiros/ as,

Publicamos a moção de repúdio à perseguição política sofrida pelo professor Gabriel Marques no Colégio de Aplicação da UFRJ. Pedimos às entidades e indivíduos que queiram assiná-la para enviar o nome da entidade e, no caso de indivíduos, nome completo, profissão e local de estudo ou trabalho para o e-mail http://br.mc356.mail.yahoo.com/mc/compose?to=grdmarques@yahoo.com.br. O ato de lançamento da campanha contra a perseguição política será no dia 12/11, próxima quarta-feira, às 11:30, em frente ao CAp-UFRJ. Em anexo, enviamos o panfleto da campanha.

Saudações de luta!


Moção de Repúdio à perseguição política no CAp-UFRJ

Pela liberdade de exercício político! Contra a perseguição ao professor Gabriel!


A premissa primeira da educação transformadora é a prática da liberdade!

Todos aqueles que historicamente lutaram e lutam pela construção de outra sociedade sabem que é impossível separar uma concepção de estrutura social de práticas educativas. Por isso, nos é tão cara a luta pela defesa do ensino publico e de qualidade, trabalhando sempre como um pólo de resistência contra as amarras do capital. Ironicamente, quando comemoramos 40 anos de Maio de 68, vivenciamos um dos maiores ataques à educação, que parte da premissa de transformar educação em serviço e mercadoria.

A educação pública de nosso país passa por delicado momento, em que constantes ataques são realizados pelos governantes obedecendo à cartilha neoliberal. Cortes de verbas públicas, precarização do trabalho dos educadores e facilidades para os setores privatistas compõem nossa realidade cotidiana. No Ensino Superior, o governo Lula/PT impõe de maneira fatiada a Reforma Universitária ao longo de seu primeiro mandato; no segundo, lança através de Decretos o Plano de Desenvolvimento da Educação e o Reuni.

Felizmente, como contraposição ao caótico quadro apresentado, acompanhamos a reorganização das lutas dos trabalhadores e dos estudantes que não se renderam à lógica privatizante. Na UFRJ, onde uma Reitoria afinada com o governo Lula/PT, formata nossa instituição através de um Plano Diretor a serviço do Reuni, diversas manifestações ocorreram para defender um projeto diferente de Universidade. Por isto lutamos: pela produção do conhecimento direcionada à transformação da sociedade e não para a reprodução do capital

O professor Gabriel Marques é um exemplo desta luta. Lutou e luta em todos os níveis da sua existência individual exercendo uma prática política aberta, corajosa e coerente com esta concepção. Presente nas lutas de defesa do ensino público sempre defendeu - como estudante, professor e militante -com firmeza os seus posicionamentos, e sempre lutou pela defesa da Educação Pública. Por conta dessa atuação política e, absurdamente, por assinar uma mensagem eletrônica contra o REUNI e conta o Plano Diretor da UFRJ, foi questionado e constrangido em reunião do setor de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFRJ. Fortalecidas pela onda de criminalização dos movimentos sociais e de ataque à organização autônoma dos trabalhadores e estudantes, as perseguições políticas e práticas autoritárias se alastram pelo país.

A posição política, autoritária e inicialmente coercitiva e velada, foi agora ratificada com a informação de que o contrato do professor Gabriel Marques não será renovado para o ano de 2009. Registre-se que até mesmo esta informação foi obtida após muitos questionamentos e sem que fossem explicitados os critérios e os motivos para tomada de tal decisão, configurando falta de transparência e autoritarismo. É muito importante ainda ressaltar que o trabalho do professor tem sido elogiado pelo conjunto de pais presentes nas diferentes reuniões do Colégio de Aplicação, ratificando assim seu desempenho profissional, sua coerência e compromisso com o ensino público.

Portanto, nós, abaixo-assinados, manifestamos nosso repúdio à prática de perseguição política ao professor Gabriel e registramos total apoio à campanha pela liberdade do exercício político no Colégio de Aplicação da UFRJ, à renovação do contrato do professor e às lutas em defesa da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade.


Adolpho Tundis Ferreira, Professor de História, Prefeitura do Rio de Janeiro
Adriana Machado Penna - Professora de educação física da rede púbica estadual, do Colégio Universitário Geraldo Reis (UFF) e da Universidade Estácio de Sá
Adriana Paula de Almeida, fisioterapeuta e mestranda em Saúde Coletiva - UFF
Alexandre Costa Borba - Coordenador Projeto Esporte, Cultura e Cidadania - FioCruz
Alice Fucs - Estudante de economia - UFRJ
Aloízio Soares Ferreira, Professor Titular do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa
Amanda Regina Kuroski, estudante da EEFD UFRJ - V período
Ana Alice Dias Sant´anna - Comunicadora social/ Produtora
Ana Helena Ribeiro Tavares, estudante de Jornalismo da FACHA
Ana Maria da Silva Martins, professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA
Ana Maria da Silva Martins, professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA
Ana Paula de Almeida Cardoso - Psicopedagoga - Coordenadora do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos da Prefeitura Municipal de Itapema - SC
André C. Martins Silva, estudante da EEFD UFRJ
André Malina, docente da Faculdade de Educação da UERJ e FAETEC/ISERJ
Andrea Lombardi, professora da Faculdade de Letras da UFRJ
Angela Rocha - Decana do CCMN
Antônico Cláudio Moreira Costa, o CANDIRU
Antonio Rogerio Garcia Silveira, jornalista
Bernardo Ferreira Freitas- Professor de Educação Física da Escola Municipal Professor Affonso Várzea - 3ª CRE; Pós-Graduando - Educação Física Escolar – UFRJ
Bruno Adriano Rodrigues da Silva, docente da Faculdade São Lourenço e professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Bruno Arraes Carneiro da Silva, jornalista pela PUC-RIO, especializado em Gerência de Hotelaria pela Universidade Central da Flórida
Bruno da Rocha Ribeiro, técnico em Edificações
Bruno Gawryszewski, professor de Educação Física da Escola Nacional de Circo
Bruno Lima Patricio dos Santos, professor de Educação Física da rede estadual e mestrando em Política Social - UFF
Bruno Rodolfo Martins, professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Caliandra Dias de Alcantara - Graduanda do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFRJ
Camila Gomes Ramos, Arte-Educadora, estudante de Pedagogia da UFRJ
Carlo Giovani de Jesus Bruno - Estudante de Educação Física da UFF e coordenador da Regional II da ExNEEF
Carlos Alberto Salim Leal, jornalista
Carlos Augusto Peres, professor de Educação Física - Clube MESC - São Bernardo do Campo/SP
Carlos Henrique Amaro Calcia - Estagiário do colégio Pedro II (Humaitá II)
Carolina Monteiro Soares - Professora do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) - Colégio Pedro II - Unidade Tijuca I
Celia Regina Otranto, professora adjunta da UFRRJ - Educação
Cila Borges, professora da Faculdade de Letras da UFRJ
Cinda Gonda, docente adjunto da Faculdade de Letras da UFRJ
Cinthia Ramos de Pinho Barreto, professora de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Cláudia Alves Durans, professora da UFMA
Cláudio Luiz da Silva - Livreiro
Cleusa Santos, professora da Escola de Serviço Social da UFRJ e ex-presidente da AdUFRJ
Cynthia Rezende Soares Rodrigues - DCE - UFJF -Executiva Regional de Estudantes de Educação Física
Daniel Moreira Leal Raposo, Licenciado em educação física pela UFRJ, professor de judô do Clube Naval
Daniella de Jesus Silva Sciolla, estudante de Direito da UFF
Danielle de Almeida Galante Ferreira, estudante de Pedagogia da UFRJ
Danilo de Moura Dias Carneiro, professor de Artes Marciais
Dianne Fontanelli Cunha – professora de Educação Física da Escola de Educação Infantil da UFRJ
Dulce Rodrigues Daumas, pensionista
Edna Felix, diretora do SEPE
Eduardo Coutinho, professor da Escola de Comunicação da UFRJ
Elaine Campos Bonzoumet. Professora da rede Municipal do Rio de Janeiro
Elielsom Oliveira dos Santos, Bacharelando em Educação Física - UFRJ, coordenador do CAEFD
Emerson Araújo, professor da UFPE e oposição à AdUFPE
Erickson Fernandes Borges, estudante de Licenciatura em Educação Física da UFRJ
Estevão Lopes Garcia, professor de Educação Física e coordenador de projeto na FIOCRUZ; mestrando em Educação - UFRJ
Fabiane Simão - Coordenadora geral DCE UERJ
Felipe Rodrigo Nicknig - Estudante de Educação Física - Faculdade de Educação Física/Universidade Federal de Goiás
Flavio Helder - Advogado
Frederico Falcão
Glória de Melo Tonácio, doutoranda em Educação-UFRJ; professora do Colégio Pedro II e do Ensino Superior/FAETEC; membro do LEME
Gualberto Tinoco "Pitéu", diretor do SEPE
Gustavo Oliveira dos Santos, Licenciando em Educação Física - UFRJ, coordenador do CAEFD
Hajime Takeuchi Nozaki - Prof. Adjunto Dep. Educação UFMS -CPTL
Helena Gryner, professora da Faculdade de Letras da UFRJ
Janete Luzia Leite, professora da Escola de Serviço Social da UFRJ
Joana Lerner de Berredo - atriz - independente
João Paulo Araújo da Silva, Bacharelando em História - UFRJ
João Vitor Barreto Lima, estudante da EEFD UFRJ
Jonas Henrique Almeida da Silva - Professor de Educação Física da rede pública estadual e substituto do Colégio Pedro II - Unidade Tijuca I e II e militante da oposição sindical no SEPE
José Antonio Martins Simões, Professor do Instituto de Física da UFRJ, ex-presidente da AdUFRJ-Ssind
José Henrique Sanglard, professor da Escola Politécnica da UFRJ e ex-presidente da AdUFRJ
Joyce Andrade das Flores, DA de Farmácia da UFF
Juliana Falcão de Oliveira Cruz, professora de Educação Física
Julio Aldinger Dalloz, professor da Faculdade de Letras da UFRJ
Kamilla Ventura, estudante de Educação Física da UFRRJ e coordenadora do CALEF e da regional II da ExNEEF
Katia Laguna de Oliveira, professora de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Kátia Maria Diniz Araújo - Professora de Música do Colégio de Aplicação da UFRJ
Laila Thaíse Batista de Oliveira, membro do Centro Acadêmico de Comunicação Social da Universidade Tiradentes - SE
Laura Souza Fonseca, professora DEE/FACED/UFRGS
Leandro Guimarães de Souza Dias - IUPERJ
Leandro Nogueira, coordenador do curso de Graduação em Educação Física da UFRJ; professor da EEFD
Leila Salim Leal, estudante da Escola de Comunicação da UFRJ
Leonardo Conceição Gonçalves, estudante de Educação Física da UERJ e coordenador geral da regional II da Ex
Letícia Cristina Campos Maciel - estudante de Economia - UFF
Ligia Conceição Gonçalves, dona de casa
Lionel dos Santos Feitosa Rodrigues, professor de Educação Física da rede municipal de Três Rios e da rede estadual do Rio de Janeiro
Livraria Antiquaria Quarup LTDA - Juiz de Fora - MG
Lucas de Moura Lopes, interno de medicina 6º ano, FCM-UERJ
Lucia Silva Kubrusly, professora do Instituto de Economia da UFRJ
Luís Mauro Magalhães, professor da UFRRJ
Luis Sergio Barbosa, professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro e diretor do SEPE - Regional III
Luiz Carlos Baptista Machado Junior, Licenciando em Educação Física - UFRJ, coordenador do CAEFD
Luiz Carlos Baptista Machado, comprador de um restaurante no Flamengo/RJ
Maíra Leão da Silveira, licencianda em Geografia - UFRJ
Manuella Barbosa Feitosa - Professora substituta - UFJF
Marcello B. X., estudante da EEFD UFRJ
Marcelo Oliveira dos Santos, economista e funcionário da COMLURB
Marcos Anacleto da Silva -Técnico em Química- UFRJ
Marcos Anacleto da Silva -Técnico em Química- UFRJ
Maria Isabel Duarte Rodrigues, professora da Escola de Aplicação da UFPA
Marilene Machado Dutra, professora de História da rede municipal do Rio de Janeiro
Mario Luiz dos Reis Marques, professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Mayalu Matos Silva - Analista de Gestão - ENSP/ FioCruz
Mônica Jardim Lopes - Professora de Educação Física da Rede Municipal de Três Rios-RJ
Morgana Athaize da Silva, estudante de Educação Física da UFRJ
Paloma Sá de Castro Cornelio – Mestranda em Ciências Sociais da Universidade Federal do Maranhão
Paulo César dos Reis Marques, SINDSPREV
Paulo Tiago Neves dos Santos, professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro
Pedro Macedo Mendonça - Estudante de licenciatura da Escola de Música da UFRJ
Pedro Souto - Aluno do CAp-UFRJ
Pedro Souto - Aluno do CAp-UFRJ
Priscilla Rodrigues Daumas Marques, estudante
Rafael Araújo da Silva, Grupo de Estudos e Pesquisas Pedagógicas em Educação Física (GEPPEF UFMA)
Raoni Aragão, estudante de Educação Física da UFC e coordenador de divulgação e imprensa da ExNEEF
Raphael Rodrigues dos Santos Pequeno, estudante de Educação Física da UNESA e coordenador da regional II da ExNEEF
Regina H Simões Barbosa, professora do IESC-UFRJ
Renata Batista Canalle, Licencianda em educação física pela UFRJ
Renato Gonçalves, datilógrafo INSS-SINDSPREV
Ricardo Kubrusly, Professor do Instituto de Matemática-UFRJ, ex-diretor da AdUFRJ-Ssind
Roberta M. Nunes, estudante da EEFD UFRJ
Roberto Alves Simões, professor de Educação Física das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro
Robinson Pereira da Costa Filho, professor da Faculdade de Letras da UFRJ
Rodrigo Castelo Branco Santos, professor, doutorando da Escola de Serviço Social/UFRJ
Rodrigo de Souza Dantas Mendonça Pinto, professor da UnB
Ronaldo Lima Lins, diretor da Faculdade de Letras da UFRJ
Roz Irene Carneiro Leão da Silveira, psicóloga
Sandra Moreira, professora da UFPA e diretora da AdUFPA
Shuellen Sablyne Peixoto da Silva, estudante de Comunicação Social e coordenadora geral do DCE da UFAL
Simone Sousa Pimentel, professora da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro
Taisa Ferreira, Licenciada em Pedagogia - UEFS
Talita Rodrigues Daumas Marques – digitadora
Tatiana Borin, estudante de Educação Física da UFRGS
Tatiana Gomes da Costa, estudante de Ciências Sociais - UERJ
Tauan Nunes Maia - Estudante de Educação Física da UFF
Themis de Farias Nascimento, professora de Educação Física, FAETEC, Prefeitura do Rio
Thiago Coqueiro Mendonça, Licenciando em Educação Física - UFRJ, coordenador do CAEFD
Thiago Russo Lourenço, estudante da EEFD UFRJ - III período
Tibério Costa Machado, estudante da EEFD UFRJ
Vera Maria Martins Salim, Professora da COPPE/UFRJ, ex-vice presidente da AdUFRJ-Ssind
Vicente Saraiva - Aluno e integrante do Grêmio CAp/UFRJ
Víctor Lemos, professor da Faculdade de Letras da UFRJ
Victor Pontes, discente da Faculdade de Educação Física da UFJF, integrante do DCE UFJF e ex-candidato a prefeito de Juiz de Fora
Vinícios Costa Pereira, professor de Educação Física da rede estadual do Rio de Janeiro e mestrando em Educação - UFF
Vinicius Oliveira de Barros; Licenciado em Educação Física; Mestrando em Saúde da Criança e do Adolescente (FM/UFRJ)
Vivian Machado Dutra, Licencianda em Educação Física - UFRJ, coordenadora do CAEFD e da regional II da ExNEEF
Vivian Schmidt Pereira de Azevedo, Professora de Música, UFRJ
Viviane Silva Santos. Bacharel em direito. DPGE
Wilma Lúcia Rodrigues Pessôa, professora do Departamento de Sociologia da UFF
Zenilde Moreira B. de Morais, Professora UFRPE
Zuleide Fernandes de Queiroz, professora da URCA

Associação dos Servidores da FUNARTE
Centro Acadêmico 6 de outubro - Letras UFRJ
Centro Acadêmico da Escola de Belas Artes da UFRJ
Centro Acadêmico da Escola de Comunicação da UFRJ
Centro Acadêmico da Escola de Música da UFRJ
Centro Acadêmico de Direito da UFRJ
Centro Acadêmico de Educação Física da UFG
Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ
Centro Acadêmico de História da UFRJ
Centro Acadêmico de Licenciatura em Educação Física da UFRRJ
Centro Acadêmico de Pedagogia da UFRJ
Centro Acadêmico de Psicologia da UFRJ
Centro Acadêmico de Serviço Social da UFRJ
Coletivo Marxista
Comuna do Outeiro da Glória
Cooordenação Nacional de Luta dos Estudantes
Coordenação Nacional de Lutas
Diretório Acadêmico Abel de Oliveira - Farmácia UFF
Diretório Central dos Estudantes da UERJ
Diretório Central dos Estudantes da UFF
Diretório Central dos Estudantes da UFG
Diretório Central dos Estudantes da UFJF
Diretório Central dos Estudantes da UFMG
Diretório Central dos Estudantes da UFRJ
Executiva Nacional dos Estudantes de Educação Física
Grupo Além do Mito - UFAL
Juventude do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Movimento Nacional Contra a Regulamentação do Profissional de Educação Física - Núcleo Juiz de Fora (MNCR-JF)
Movimento Não Vou me Adaptar
Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa
Movimento Universidade Crítica

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Encontro Nacional de Estudantes 2008

No dia 2 de julho, centenas de estudantes estiveram reunidos na longínqua Sarzedo, próxima de Betim e Belo Horizonte, em Minas Gerais, para discutir os próximos passos para a reorganização do Movimento Estudantil de nosso paí. Diversos DCEs, Centros e Diretórios Acadêmicos, Grêmios de todo o país participaram; quatro teses foram apresentadas; os grupos de discussão encaminharam propostas para a Plenária Final, que indicou um calendário de atividades, com CALOURADA UNIFICADA na volta às aulas; Jornada Nacional de Lutas Contra a Reforma Universitária e o REUNI na terceira semana de agosto; e Semana Nacional Contra a Repressão em setembro! O Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa apresentou a sua tese e participou ativamente dos diversos momentos no evento.
Seguem algumas fotos:

Antes de partir para Minas, Amanda, Luiz Monstro, Dani, Debora, Thiago Lenny, Elielson e Flavinho na escadaria da ALERJ, local de maior concentração de ladrões por metro quadrado no RJ.

Maíra, Debora, Amanda, Vivian, Gustavo Braço e Thiago Lenny chegando em Minas.

Reunião do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa antes de iniciar o ENE.

Gabriel Marques apresenta a tese assinada pelo Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa e pelo Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ.

Público presente, que protagonizou as últimas lutas do Movimento Estudantil a nível nacional. É preciso que construamos um grande Congresso Estudantil para fundarmos uma nova entidade para consolidar o novo Movimento Estudantil em curso após a falência e a traição da União Nacional de Estudantes.

Tese "Avançar nas lutas e construir o novo Movimento Estudantil".

Grupos de discussão fazem propostas encaminhadas para a Plenária Final.

Após o jantar, os militantes do Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa demonstraram a disposição ao comandar o animado sambinha, atraindo diversos estudantes.

domingo, 1 de junho de 2008

Em defesa dos Hospitais Universitários - 30 de maio







Na última sexta-feira, 30 de maio, centenas de estudantes, funcionários e trabalhadores da UFRJ fecharam a Linha Vermelha em um dos momentos da manifestação em defesa do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Os Hospitais Universitários têm sido consideráveis vítimas do descaso com a saúde e a educação públicas em nosso país por parte dos Governos Federal, Estatuais e Municipais. Enquanto alguns querem privatizar, facilitando a entrada de empresas privadas e planos de saúde, nós não vamos nos render e nos vender! A Polícia Militar e a Tropa de Choque representam os interesses de uma pequena parcela e cumpriram lastimável papel ao lançar bombas sobre os manifestantes.



Na próxima terça-feira, 03/06, haverá uma ASSEMBLÉIA às 12h no Auditório Quinhentão, no Centro de Ciências da Saúde, na Ilha do Fundão, onde deverá ser avaliada a luta em curso e os próximos passos. É de extrema importância que relacionemos todos esses casos específicos com a realidade geral de nosso país, onde o Governo Lula/PT tenta impor uma reformulação das Instituições Federais de Ensino Superior através do REUNI. Os Centros Acadêmicos e o DCE Mario Prata precisam politizar as lutas para conseguirmos efetivamente vitórias para os estudantes e os trabalhadores.

O HU se nega a morrer!

Confira a repercussão do Ato em alguns sítios de informações: