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terça-feira, 18 de maio de 2010

ATO quinta-feira na Congregação da EEFD!

Pelo fim das Atividades Complementares... e em defesa das reivindicações dos estudantes!


No ano passado os estudantes da EEFD protagonizaram inúmeras manifestações pela necessidade urgente da reforma do teto. O saldo de toda essa luta foi a vitória de ter nossa reivindicação atendida. Isso nos mostrou que temos muita força e com luta podemos transformar a realidade da escola.

Apesar de iniciarmos o ano de 2010 com a vitória da reforma do teto muitos outros problemas se colocam a nossa frente como a falta de professores, a não construção do prédio anexo da Dança, o impedimento político por parte da direção de que os estudantes realizassem o furdunço, o laboratório de informática (LIG) fechado, entre outros fatores que influenciam diretamente nossa formação.

Especificamente, um problema tem impedido os estudantes de Educação Física de se formarem: a obrigatoriedade do cumprimento das atividades complementares. Disciplina do currículo de Educação Física, as atividades visam cumprir o papel de complementar a formação para além dos conteúdos vistos em sala de aula. Para isso a EEFD-UFRJ deveria oferecer essas atividades de forma satisfatória, porém isso não ocorre e o que acontece é que os estudantes precisam buscar essas atividades fora da EEFD e em muitas das vezes tendo que pagar para cumprir as horas necessárias.

No nosso entendimento, isso fere o caráter público e gratuito da Universidade, não sendo assim viável a obrigatoriedade do cumprimento das atividades. A necessidade da formação para além dos muros da Universidade é importante e também reivindicamos como parte do currículo, mas não dessa forma artificial como está colocada.

Sendo assim, entendemos que o debate sobre qual currículo queremos também se faz necessário, inclusive acabando com essa fragmentação imposta da Educação Física entre Licenciatura e Bacharelado. Estamos passando abaixo assinado pelo fim das atividades complementares que será entregue na próxima congregação.

Nesse sentido convocamos todos os estudantes da EEFD a lutar contra todos esses problemas que afetam diretamente nossa formação. Já provamos com a Reforma do Teto que temos força para conquistar nossas reivindicações! Sendo assim, convocamos os estudantes nessa quinta para o ATO na Congregação da escola. Vamos levar nossa pauta e exigir da direção da EEFD que seja atendida!

Todos à Congregação nessa Quinta (20/05)!

Ato Pelo Fim das Atividades Complementares e em defesa das reivindicações dos estudantes!

Concentração na sede do CAEFD às 13h

Pelo Fim do Ponto para os Trabalhadores Terceirizados da Limpeza!

Moção de Repúdio à Empresa Qualitecnica

A congregação da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro reunida no dia 30 de março de 2010 repudia a empresa Qualitecnica pois a mesma vem agravando as condições já precárias de trabalho dos funcionários terceirizados da limpeza, quando os obriga a assinarem o ponto de freqüência em local distante do prédio onde trabalham. Na prática, esses trabalhadores estão cumprindo uma carga horária maior do que a vigente no contrato, chegando ao cúmulo de quase ficarem sem horário de almoço.

Sendo assim, nos solidarizamos e sensibilizamos com a situação dos trabalhadores terceirizados da limpeza e ratificamos o nosso repúdio à empresa Qualitecnica.

Congregação da EEFD

Essa foi a proposta de moção da última Congregação da EEFD, quando o Centro Acadêmico de Educação Física e Dança (CAEFD) informou sobre a situação de precarização do trabalho dos funcionários da limpeza ao terem que bater o ponto num local distante de onde trabalham!

Achamos positivo que a Congregação da EEFD tenha se manifestado, mas achamos que apenas uma moção de repúdio é insuficiente para acabar com a situação em que os trabalhadores terceirizados se encontram. É preciso que a direção da EEFD tenha a atitude de acabar com essa situação deplorável!

O CAEFD se solidariza com a situação dos trabalhadores terceirizados da limpeza e desde o ano passado vem discutindo com os estudantes e tentando acabar com essa situação! É inadmissível que na Escola de Educação Física e Desportos da maior Universidade Federal do país uma situação como essa aconteça e seja tratada de forma omissa pela instituição.

Achamos que a direção da EEFD junto a Reitoria da Universidade deve acabar com o ponto para os trabalhadores da limpeza! Não podemos ficar a mercê dessa empresa que humilha os trabalhadores!

Todo apoio aos trabalhadores terceirizados da limpeza!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Reportagem sobre a transferência da Faculdade de Educação para o Fundão*

*Folha Dirigida
Roberta Ribeiro - 21/04/2009

Faculdade de Educação vai mudar para o Fundão


A Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) será transferida para a Cidade Universitária, na Ilha do Fundão. A mudança foi aprovada pela Congregação da Faculdade de Educação (FE), durante uma reunião na última quinta, dia 16, e deve acontecer até 2012.

Entre os oito participantes da votação, cinco docentes foram favoráveis a mudança. A permanência no campus da Praia Vermelha obteve dois votos (um de professor e outro do representante dos técnico-docentes) e houve uma abstenção do representante dos alunos. Para que a transferência seja concretizada, haverá mais uma reunião da Congregação para estabelecer as condições para a mudança.

Atualmente, no campus da Praia Vermelha são oferecidas disciplinas para as licenciaturas em Ciências Biológicas, Educação Artística, Educação Física, Física, Geografia, Matemática, Música, Química, Enfermagem, Letras e Psicologia.

A transferência faz parte da proposta preliminar do Plano Diretor da UFRJ, como prevê a política de Centralidades e Integrações, que estabelece ainda a implementação de Centros de Convergência, a instalação da Área Central com ênfase nas edificações e espaços de uso coletivo. O objetivo dessa medida, justificado no projeto, é a reversão da dispersão, de modo que os espaços físicos fragmentados e sem conexões fossem ocupados pela comunidade acadêmica.

Os Centros de Convergência funcionariam num modelo similar ao dos bairros das cidades, a principal característica seria a oferta de várias atividades, serviços e comércio. Eles ainda estariam alinhados aos preceitos do tripé do ensino superior federal: o ensino, a pesquisa e a extensão. No entanto, os estudantes alegaram que todas essas medidas visam exclusivamente ao atendimento de metas do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) que, segundo eles contribuiria para uma redução da qualidade do ensino. A efetivação total do plano é 2020.

Durante a reunião, a representante discente, Luiza Colombo, leu um parecer feito pelos estudantes em contraposição ao memorando divulgado pela reitoria, que estabelecia os termos da transferência. No documento, os universitários argumentaram que o principal motivo do impasse é a precarização do ensino e, não o deslocamento físico. "... em nossa avaliação, consideramos que tal documento privilegia, de forma equivocada o aspecto físico/estrutural da formação de professores e professoras em nossa instituição, em detrimento dos aspectos político-pedagógico propriamente ditos".

Integrante do Diretório Acadêmico (DA) de Pedagogia, Gabriel Marques, também criticou a medida. "Alegam que 75% dos alunos da UFRJ moram na Zona Norte e Oeste e usam isso como uma das justificativas para a transferência; existem formas de resolver isso. Por exemplo, contratando ônibus para trazer os alunos. Que o valor das bolsas também sejam aumentados, para os alunos se alimentarem melhor. Na revista do Plano Diretor 2020 é possível ver que a meta da universidade é aumentar o número de aluno em 100%, porém, no caso dos professores o número de novas contratações seria de 50%", criticou Gabriel Marques.



Alunos defendem realização de plebiscito

Segundo Luiza Colombo, a proposta defendida pelos estudantes de Pedagogia era a realização de um plebiscito, no qual todos os alunos do cursos da Faculdade de Educação pudessem decidir pela ida para a Cidune, e a realização de um fórum de discussão para que toda a comunidade tivesse conhecimento das implicações da transferência.

"Temos de pensar na estrutura atual, é não no que virá. Esse é um projeto muito abstrato, com altos valores e suposto financiamento do Ministério da Educação (MEC). Não podemos ficar dependentes de empresas, mas pensar em ensino, pesquisa e extensão. Historicamente a UFRJ sofre com a falta de professores e técnicos-administrativos.

Infelizmente essas novas contratações de docentes não supre a deficiência atual. O presente da nossa faculdade não está sendo considerado. Devemos pensar em que queremos enquanto educadores", salientou Danielle Galante, integrante do CA de Pedagogia.

Danielle contou que no ano passado houve um plebiscito organizado por estudantes, no qual o índice de contrariedade do corpo discente acerca das reformas propostas pelo Reuni e a remoção da faculdade para o Fundão foi de 90%. Segundo ela, o número total de alunos da FE é de 2.500. A estudante ressaltou que nessa votação, os alunos dos cursos de licenciatura também participaram.

"Poderíamos ter votado a realização de um plebiscito, mas para isso regras deveriam ser definidas para que tenha validade. No entanto, isso já foi votado e acredito que essa questão esteja superada. Porém, em defesa da universidade pública de qualidade, também grito: escolão não! Faz parte das condições para a transferência que esse espaço continue sendo utilizado para a educação. Que não seja vendido, até porque é tombado como patrimônio histórico", argumentou a diretora da FE, Ana Maria Monteiro Ferreira Da Costa.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rumos do Plano Diretor do REUNI na UFRJ

A Reitoria da UFRJ segue disposta a passar o rodo em relação à implementação do REUNI na Universidade. O Plano Diretor é a materialização de uma transformação do papel social do Ensino Superior, visando adequá-lo aos interesses da divisão do trabalho internacional, principalmente em tempos de crise econômica.
O Governo Lula/PT impôs o REUNI e usou chantagens para aplicar esse projeto. O mesmo acontece na relação entre a Reitoria de Aloisio Teixeira e as diversas Unidades da UFRJ, que têm recebido ofertas para aceitar sua transferência para a "nova" Cidade Universitária, na Ilha do Fundão.
Os estudantes, funcionários e professores que defendem a Educação Pública precisam discutir o que significa esse Plano Diretor faraônico apresentado pelo Comitê Técnico nas salas de aula, reuniões de Departamento e Congregações, NEGANDO as propostas e a pressa através da qual a Reitoria pretende sucatear a UFRJ.
Conforme segue na matéria abaixo, a Faculdade de Educação pretende com pouquíssima discussão entre a comunidade acadêmica deliberar sobre a sua transferência para o Fundão na próxima terça-feira, 31 de março, às 9h, durante a Congregação. Precisamos dizer NÃO à transferência pro Fundão, não por conta exclusivamente de um reordenamento espacial, mas devido ao caráter político-pedagógico que está submetido ao REUNI de Lula/PT.



PLANO DIRETOR SERÁ APRESENTADO EM ABRIL AO CONSUNI

Reunidos, na última segunda à tarde (23/3), o Comitê Técnico do Plano Diretor UFRJ 2020 (CTPD) decidiu remarcar para nove de abril a apresentação do PD ao Conselho Universitário (Consuni).
O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento (PR1), Carlos Levi, explicou que a pauta do Conselho desta quinta (26/3) encontra-se carregada de inúmeros temas, o que prejudicaria os debates acerca do PD.
Com a nova data, os grupos de trabalho terão mais tempo para incorporar e detalhar as propostas sobre o desenvolvimento da Cidade Universitária e os Planos de Ocupação e Uso das Unidades Isoladas (POUUI) e da Praia Vermelha (POUPV).
Além disto, a busca pelo consenso e por um pacto institucional disposto a mudar o futuro da UFRJ segue em curso. Nesta terça, às 14 horas, o reitor Aloísio Teixeira encontra-se com a Congregação do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ (IFCS/UFRJ), no Largo de São Francisco, Centro do Rio.
Na quarta-feira, às 9h, o CTPD fará uma apresentação, na reitoria, aos membros da Faculdade de Educação. No plano externo à academia, o reitor Aloísio pontuou que haverá um novo encontro com a Prefeitura do Rio de Janeiro, no dia 7 de abril.
Encontros com o governador Sergio Cabral e o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, também estão previstos. “Queremos conversar com estas autoridades sobre o Plano Diretor da UFRJ e em relação à integração dos aeroportos na busca por melhores condições de acesso à Cidade Universitária”, justifica o reitor, lembrando que os conselheiros deverão apreciar uma proposta do PD global e coerente dia nove de abril. “Há recursos que precisão ser aplicados na universidade ainda este ano, portanto os pontos de consenso, aprovados pelo Conselho, deverão ter investimentos imediatos”.
FACULDADE DE EDUCAÇÃO DECIDE O FUTURO

A Congregação da Faculdade de Educação da UFRJ vai definir, no próximo dia 31, às 9h, se a unidade vai transferir suas instalações para a Cidade Universitária. A diretora Ana Maria Monteiro da Costa e alguns professores da Faculdade estiveram no último dia 25 reunidos com o reitor Aloisio Teixeira e alguns integrantes do Comitê Técnico do Plano Diretor UFRJ 2020 (CTPD) para conhecer as propostas preliminares para discussão do Plano de Desenvolvimento da Cidade Universitária e alguns pontos do relatório final do Plano de Ocupação e Uso da Praia Vermelha.
Não houve, entre os docentes nenhuma voz veemente levantada contra a idéia da transferência. No entanto, a diretora colocou algumas ponderações. “Nós não discutimos a ida para a Cidade Universitária, pois nós já estamos lá. Mas temos dois temores: o de que o espaço destinado a nossas instalações seja aquém das nossas necessidades e o que será feito com o espaço desocupado na Praia Vermelha, local por que temos grande carinho”, disse.
Segundo Ana Maria, a transferência será benéfica para a Faculdade, já que muitos professores já atuam em diversas outras unidades instaladas na Cidade Universitária. “Está mais do que na hora de a UFRJ dar a devida atenção à formação dos professores. Do jeito que está hoje, na há coesão na formação deles”, avaliou.
O reitor Aloisio Teixeira concordou. “É animadora esta conversa, não pelo Plano Diretor, mas pelo que ela representa para o futuro da Faculdade de Educação. Durante anos, ela não teve um projeto. Para mim, o papel da unidade é central nesta universidade e cabe a vocês (professores da unidade) decidir como isto vai ser feito”, afirmou.
A única voz dissonante foi a do movimento estudantil, que se manifestou contra a transferência e o que considerou a “ameaça da entrada da iniciativa privada na Praia Vermelha”, em referência à proposta de construção de um centro de convenções onde hoje está localizado o campo de futebol da unidade e uma possível gestão por parte de instituições parcerias.
O reitor rebateu o ataque. “O Brasil não tem hoje um centro de convenções. A criação de um espaço como este da universidade, entre outras coisas, traria receita para a universidade. Mas, dificilmente, teríamos condições de realizar e gerenciar isto sozinhos. O fato de termos parceiros privados para viabilizar esta iniciativa não significa de forma alguma a privatização do espaço público, pelo contrário”, defendeu.
O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Carlos Antônio Levi, propôs a criação de um grupo de trabalho integrado por alguns dos presentes no sentido de debater soluções para a área da Educação dentro do Plano Diretor.
Entre as propostas, estariam a criação de um Centro de Ensino a Distância, bibliotecas e demais expansões acadêmicas da Faculdade de Letras. O novo GT, integrado ao Comitê Técnico do Plano Diretor, iniciará as atividades após a realização da Congregação.
IFCS DECIDE CONTINUAR NO CENTRO DO RIO

Por dezesseis votos a oito, a Congregação do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ (IFCS/UFRJ) decidiu que permanecerá no Largo de São Francisco, Centro do Rio. A votação aconteceu, no final da tarde desta terça-feira (24/3), após duas horas de debates entre os departamentos e as representações discentes e dos servidores técnico-administrativos. Antes do pleito, o reitor Aloísio Teixeira esteve na unidade e, após explicar os conceitos do Plano Diretor (PD) UFRJ 2020, retirou-se para deixar os membros da congregação à vontade para deliberarem internamente.
“Ninguém será forçado a estar em um lugar que não deseja”, frisou o reitor, esclarecendo que o PD não se trata de um plano de obras ou de um empreendimento imobiliário. “Estamos discutindo a universidade dentro de um horizonte de dez anos. Atualmente, temos uma precária estrutura administrativa e uma instituição incapaz de responder aos desafios contemporâneos”, criticou o reitor, pontuando a necessidade de se integrar as áreas de conhecimento e atender a demanda social pelo acesso ao Ensino Superior no Brasil. “Ainda é pouco os 35 mil alunos de Graduação e os oito mil de Pós da UFRJ. Precisamos fazer muito mais para mudar uma realidade em que apenas 13% dos jovens, entre 18 e 24 anos, encontram-se dentro de uma universidade, enquanto há países na América do Sul que registram índices de 32%”.
O reitor Aloísio ainda enfatizou que o PD não abrirá mão de conquistas históricas da UFRJ como o seu caráter público e democrático. “Somos a casa da liberdade de expressão e esta Congregação é soberana para decidir. Uma possível transferência à Ilha da Cidade Universitária pode ocorrer do jeito que vocês quiserem. Não se trata apenas de sim ou não, o importante é que vocês apontem a necessidade deste instituto dentro de um processo de expansão”, ponderou o reitor, pedindo que se evitasse a “ideologização” do debate acerca de propostas como a reordenação espacial dos órgãos administrativos e acadêmicos. “Precisamos avançar dentro de um ambiente de paciência e tolerância. O futuro é incerto, ainda mais diante de um cenário de crise, mas somente há uma maneira deste plano dar certo é brigarmos juntos”.
Após discursar por uma hora, o reitor Aloísio deixou a Congregação. Na pauta do colegiado, a mudança do IFCS para a Ilha da Cidade Universitária que acabou rechaçada pelos departamentos de Antropologia, Sociologia, Filosofia e ainda pelas representações discentes e dos servidores. Favoráveis à transferência, a História, maior departamento do IFCS, e os estudantes da Pós-graduação de Lógica e Metafísica. Já o Departamento de Ciência Política absteve-se na votação.
“O processo não se esgota aqui, a nossa próxima reunião debaterá sobre a reocupação deste espaço”, explicou a diretora do IFCS, Jessie Jane, lembrando que será redigido um documento a ser entregue a Reitoria justificando a posição majoritária da Congregação.
Apesar da maioria da Congregação reconhecer o mérito e a ousadia do PD, os argumentos contrários a uma eventual transferência a Ilha da Cidade Universitária amontoaram-se ao longo do pleito. O Centro Acadêmico de História chegou a acusar o PD de ser a “operacionalização do Reuni do governo Federal”. Já a Sociologia alegou que o IFCS detém relações externas ao seu entorno que ficariam prejudicadas com uma eventual mudança e que as melhores condições de acesso ao Centro propiciam que muitos alunos optem pelo programa de Pós-graduação do curso, em vez, por exemplo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro.