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sábado, 11 de abril de 2009

Relatoria da Plenária Estadual do Rio de Janeiro

Congresso Nacional de Estudantes
2º plenária Estadual do Rio de Janeiro


Mesa:
Leila Leal (Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa), Rafael Nunes (C.A. 6 out. UFRJ)

9 entidades presentes
26 cursos
47 estudantes


Aconteceu na UERJ Maracanã, no dia 2 de Abril, a segunda plenária de construção do CNE no Rio. Os pontos de pautas em discussão eram
1) informes das lutas estudantis,
2) Programação do CNE.


1) Informes


Foi dado o informe, das próprias representantes, da fundação do C.A. de Saúde Coletiva na UFRJ, a luta pelo bandejão da UERJ e seus desdobramentos com o DCE à frente da campanha, a palestra sobre crise econômica que ocorrerá no IFCS, UFRJ, no dia 7/04, terça-feira, às 18:30, com a participação de Valério Arcary, Hebert Carlos (Metalúrgico de São José dos campos) e Valério (Sindicato Metabase de Congonhas), a luta contra a perseguição ao grêmio do colégio Pedro II do Centro. O último informe foi a criação e participação da UFRJ no curso de licenciatura à distância em Química de São Gonçalo, através do consórcio CEDERJ, do Governo Estadual, que, apesar do DCE ter se posicionado contrário e ainda ter apresentado um parecer negativo à participação da universidade na criação do curso, ele foi aprovado por ampla maioria no Conselho Universitário.


2) Programação do CNE


Foi apresentada na reunião a programação que foi votada na última plenária nacional de Salvador e ainda tendo uma reunião marcada para Minas onde será votado, em definitivo, vários estudantes colocaram suas opiniões e contribuições para serem levadas para essa próxima plenária nacional.

As dicussões na plenária refletiram que o congresso, como está colocado no regimento, deve ser sempre construído nas principais lutas estudantis. O espaço de construção deve ser um reflexo das movimentações e mobilizações estudantis que preservam a educação pública, gratuida e de qualidade, que lutam contra a mercantilização e a privatização das escolas e universidades e contra a perseguição aos estudantes e entidades.

As principais críticas ficaram em torno de a programação estar muito extensa em todos os dias e da dificuldade de conseguir garantir todos os eventos. Foi colocada a necessidade de se modificar o número de mesas no porimeiro dia, pois, somados os horários, daria em torno de 7h e a necessidade de se diminuir esse espaço para colocar outros que garantissem uma dinâmica de maior debate. O ato foi também uma preocupação por conta de não haver tempo para acontecer e também garantir os espaços da manhã. Para isso, foi sugerido passar todas as oficinas para tarde. Faltou também na programação o café da manhã no dia do ato.

Foi colocada a necessidade de garantir mais espaços e eventos culturais durante todo o congresso para envolver a maioria dos estudantes e fazer com que o congresso seja parte da construção e defesa da cultura e da arte desalienante, não mercadológica e de resistência. Para isso, foi sugerida uma mesa de debate sobre cultura que expresse a fundo o caráter da luta pela meia entrada e a necessidade da cultura na formação dos indivíduos. Um maior tempo para as festas e eventos culturais que devem ocorrer diariamente à noite e em alguns momentos pela manhã e tarde. Foi apresentada para isso a necessidade de peças teatrais profissionais e estudantis, recitais de poesias, mística, alongamento pela manhã e shows. Para garantir uma apresentação artística e de fato cultural e de qualidade, foi sugerida, além de bandas alternativas, a apresentação de sambistas próximos das nossas entidades e das nossas lutas, a roda de funk que resgata os raps que fizeram sucesso na década de 90 com grandes MCs e tentar garantir um show com o grupo Farofa Carioca e com Belchior. Além de grupos de capoeira e dança afro.

Para as mesas, foi colocada a necessidade da presença do sindicato de metalúrgicos de São José dos Campos para refletir a luta operária e pela reestatização da EMBRAER.

Que as campanha financeiras devem ser levadas a sério como construção do congresso em todas as escolas e locais, como discussão política também, foi passada inclusive a sacolinha durante a plenária que arrecadou 20 reais. Com isso as finanças do Rio de Janeiro contam ao todo com 200,00 reais, que devem ser gastos com a confecção de camisas para angariar mais fundos.

Foi apresentado na plenária que através da construção desse congresso devemos refletir qual o tipo de educação queremos construir para a sociedade e para o país. Para que intuito e para que serventia e que o congresso deve assumir a responsabilidade de se projetar sobre o tema e acumular elaborações e propostas.

Para finalizar, foi deliberado que a próxima plenária, daqui a 15 dias, deverá já ser pautada no conteúdo do congresso através da apresentação e debate das pré-teses apresentadas.

A reunião se encerrou sem mais propostas e discussão sobre a pauta às 21:30.

sábado, 28 de março de 2009

Informativo da Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes

Informativo nº. 6
Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes
22 de março de 2009
construindocongresso@yahoogrupos.com.br
www.congressodosestudantes.org.br



ATENÇÃO! PRÓXIMA REUNIÃO NACIONAL PARA CONSTRUÇÃO DO CONGRESSO: DIA 9 DE MAIO DE 2009, SÁBADO, EM BH/MG, UFMG.



Neste último final de semana (21 e 22/03) ocorreu a 4ª reunião nacional para construção do Congresso Nacional de Estudantes. A reunião obteve a seguinte pauta:


1) Conjuntura e calendário de Lutas
2) Regimento e programação
3) Divulgação do Congresso
4) Finanças
5) Estrutura do Congresso



Entidades Gerais presentes:
DCE’s:
USP, UFMG, UERJ, UEFS, UFAL, UFPE, UEPA.
Executivas de Curso:
Serviço Social, Educação Física, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Arquitetura.
Sindicatos:
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Conlutas.

Além de CA’s, DA’s, Grêmios dos seguintes estados:
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pará.


1) Conjuntura e calendário de Lutas


Neste ponto foi bastante discutida a conjuntura de crise econômica em que vivemos e os desafios que são impostos ao conjunto dos movimentos sociais frente a essa situação. Foi discutida a importância de lutarmos junto aos trabalhadores contra as demissões, a retirada de direitos, etc.

A luta contra as demissões na EMBRAER e pela reestatização da empresa foi bastante pautada, também pela presença do vice-presidente do sindicato dos metalúrgicos de São José na reunião.

Foram pautados também os reflexos da crise sobre a Educação, os cortes de verbas nas públicas, o aumento das mensalidades nas pagas, além das primeiras experiências com o projeto do REUNI, que se já não garantia as verbas necessárias para a ampliação de vagas, agora com a conjuntura de crise tende a agravar a crise nas Universidades federais.

Foram dados informes sobre as lutas e iniciativas nas escolas e universidades neste início de ano. Muitas Calouradas foram realizadas com o eixo de luta contra as conseqüências da crise sobre a juventude e os trabalhadores.

Foram dados informes também sobre as iniciativas de luta contra a restrição da meia-entrada e foram dados informes dos atos que estão sendo preparados para o dia 28 de março, dia de homenagem a Edson Luís, estudante morto pela ditadura militar, em 1968.


Encaminhamentos:

a) Calendário de Lutas
· 28 de março – Dia do NÃO PAGO! Mobilizações nas capitais contra a restrição do direito à meia entrada.
· 30 de março – construção e participação nos atos unificados de luta contra as demissões.
· 1º de maio classista.


b) Trabalho com o abaixo assinado em defesa da meia entrada e contra o monopólio das carteirinhas pela UNE e UBES.


c) Construir junto aos trabalhadores a luta contra as demissões da EMBRAER e pela reestatização da empresa.


d) Participação da CO e entidades do Congresso no Encontro Nacional de Casas de Estudantes que vai acontecer de 19 a 24 de abril em Belém/PA


2) Regimento e programação



Os encaminhamentos em relação a este tema estão refletidos no regimento do Congresso votado na reunião. O regimento discorre sobre todos os aspectos da organização do Congresso, inclusive a programação (segue abaixo, ao final deste informativo).

Os nomes das mesas serão discutidos por uma comissão aberta, formada na reunião. Esta comissão discutirá propostas e isso será definido na próxima reunião nacional do Congresso. Também poderão ser enviadas propostas para a lista de e-mail do Congresso (construindocongresso@yahoogrupos.com.br).


3) Divulgação



Encaminhamentos:

· O Congresso é construído pela base, dentro das salas de aula, por isso, as passagens em sala como parte da divulgação do Congresso são fundamentais.
· Proposta de site apresentada na lista do Congresso
· Organizar a distribuição dos jornais do Congresso aos estados que ainda não receberam, tentar fazer antes do ato nacional do dia 30 de março.
· Utilizar o regimento também como propaganda e divulgação da discussão política em torno do Congresso.
· Confecção de camisetas. Entidades do Rio elaboram a arte e apresentam como proposta na lista de e-mail do Congresso. A confecção fica a cargo das organizações estaduais e regionais do Congresso, com acompanhamento da Comissão Organizadora nacional.
· Fortalecer as iniciativas regionais e estaduais de divulgação do Congresso.



4) Finanças



A partir de um amplo debate político sobre a concepção de finanças e sobre a necessidade de mantermos a independência política, através também da independência financeira, foram discutidos alguns encaminhamentos importantes para concretização do Congresso.

A compreensão global é de que a construção do novo movimento estudantil passa necessariamente por nos engajarmos politicamente na arrecadação de recursos ao Congresso. O autofinanciamento do movimento estudantil é condição para que o Congresso já comece vitorioso.

Encaminhamentos:

· Realizar para inscrição de delegados/as e participantes no Congresso uma cobrança de taxa de R$ 70,00 (setenta reais) para financiar parte do Congresso. Os gastos do Congresso podem ultrapassar a quantia de R$ por delegado/a, mas essa taxa foi definida para ser viável que os delegados/as a paguem. A idéia é que os delegados/as e participantes financiem essa taxa a partir de campanhas financeiras. Ainda assim, segue firme a batalha para reduzir ao máximo o orçamento do Congresso.

· Campanha DOE 1 REAL PRO CONGRESSO NACIONAL! Importante campanha para ir pra base das estruturas em que vamos intervir no processo de construção do Congresso. Através desta, não só levantamos dinheiro, como também ampliamos o debate sobre concepção de finanças e sobre a necessidade de autofinanciamento do movimento estudantil. Algumas entidades que estavam presentes na reunião deram informes sobre como está essa campanha e todos disseram que a receptividade é muito boa.

· A confecção de camisetas, além de um instrumento de divulgação, é um instrumento de arrecadação financeira importante, por isso reafirmamos neste ponto esta iniciativa.

· Foi discutida a importância de os estados se organizarem também através de comissões de finanças para começar as campanhas financeiras e a busca por recursos em outras categorias.

· As entidades do movimento sindical são importantes para fazermos a discussão de financiamento a partir do debate político. Muitas assembléias das categorias estão ocorrendo, seja por conta de greves ocorrendo, como a dos petroleiros, seja por conta de suas campanhas salariais. A idéia é que os representantes das comissões organizadoras nos estados participem dessas assembléias, fazendo o debate político em torno do Congresso e solicitando o apoio financeiro.

· A iniciativa acima para nada anula as iniciativas nas universidades. Muitas entidades que não recebem repasse garantem suas atividades através de festas, livro ouro, rifas. É importante que isso também ocorra para levantar dinheiro ao Congresso.

· É necessário que as entidades do movimento estudantil que possuem algum tipo de repasse na sua escola ou universidade discutam a importância de parte de seu orçamento estar voltado à construção do Congresso Nacional de Estudantes.

· É importante que desde já se iniciem os pedidos de ônibus nas universidades, através da verba que o movimento estudantil tem direito, algumas são relacionadas à assistência estudantil, algumas relacionadas às iniciativas estudantis nas universidades. Aonde não for possível garantir, é necessário que já comece a se levantar o orçamento dos ônibus para realizarem a viagem até o Rio de Janeiro.

· Realização de uma Semana nacional de Pedágios, para conjuntamente, em todo o país divulgar o Congresso e levantar finanças para tal. Orientamos que essa semana ocorra entre os dias 10 e 16 de maio de 2009.

· Aproveitar os atos que vão ocorrer nos dias 28/03, 30/03, 1º/05 para vender bebidas (preferencialmente água e refrigerante, pois serão atos políticos) e levantar finanças para o Congresso.

· Foi definida a confecção de um modelo de ofício do Congresso para solicitar dinheiro nas entidades.



5) Estrutura do Congresso



Informe do DCE da UERJ sobre as reuniões com a Reitoria da Universidade para realização do Congresso nesta Universidade. Também foram debatidas alternativas de local para plenária final e alojamento. A todo momento o debate estava preocupado com a viabilização política do Congresso e com a necessidade de reduzirmos ao máximo o orçamento, sem comprometer o sucesso político e estrutural de nossa importante iniciativa.

As entidades do Rio de Janeiro já estão se movimentando para fazerem parte do processo de organização mais estrutural do Congresso e ficaram responsáveis de manter informado o conjunto de entidades e ativistas que constroem o Congresso.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Manifestação pública lança campanha contra a perseguição política no CAp-UFRJ

Waldyr Lins (UFF), representando o ANDES-SN Vivian Dutra, pelo CAEFD-UFRJ e coordenadora da regional II da ExNEEF

Leonardo, estudante de Educação Física da UERJ e coordenador da regional II da Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física

Luiz Carlos, do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ

Leila Leal, pelo Movimento Quem Vem Com Tudo Não Cansa, minoria do DCE Mario Prata.
Ao lado, Vera Salim, do Movimento Universidade Crítica

Professor Gabriel e membros do Grêmio do Colégio de Aplicação da UFRJ

Perseguido politicamente no Colégio, professor Gabriel dialoga com a comunidade CApiana

Estevão, membro da Comuna do Outeiro da Glória; Elielsom, diretor do CAEFD-UFRJ; Raphael Pequeno, estudante da UNESA e coordenador da regional II da ExNEEF

Alunas do Professor Gabriel se integram à campanha e confeccionam cartazes

O jornalista Carlos Leal questiona as arbitrariedades no CAp

Início da caminhada ao redor do CAp-UFRJ

Diversos estudantes solicitam adesivos e participam da manifestação

Grêmio do CAp manifesta o seu apoio à campanha contra a perseguição política

Quarta-feira 12 de novembro será um dia para marcar a história do Colégio de Aplicação da UFRJ. Durante o segundo recreio do primeiro turno, o professor Gabriel Marques e os representantes do Centro Acadêmico de Educação Física e Dança da UFRJ Luiz Carlos e Vivian Dutra já convocavam o corpo discente do Colégio para participar da manifestação pelo lançamento da campanha contra a perseguição política no CAp-UFRJ e pela renovação do contrato do referido professor.
Após ser constrangido e pressionado politicamente em uma reunião do Setor de Educação Física, Gabriel é o único professor sob o regime de contratação temporária do Colégio que não terá seu contrato renovado para o ano de 2009. A Direção da Unidade e o Setor de Educação Física afinam o discurso, alegando motivos pedagógicos sem que sejam explicitados os critérios de avaliação de todo o trabalho do professor, elogiado ao longo de 2008 por alunos, pais e colegas de outros setores curriculares.
Durante a manifestação, o carro de som apresentou músicas clamando pela liberdade do exercício político e demonstrando reflexões acerca da sociedade em que vivemos. Além disso, diversas entidades tiveram espaço para explanar seu apoio à luta encaminhada nesse ano em que o Colégio de Aplicação comemora 60 anos de existência e em que recordamos os 40 anos do Maio de 1968.
No final do ato, a Direção do Colégio não queria receber a comissão que tinha como objetivo realizar a entrega da moção de repúdio, onde está apresentada a reivindicação da renovação do contrato do professor Gabriel Marques. Após alguns minutos de negociação, a comissão formada pelo próprio professor, pelo representante do ANDES-SN Waldyr Lins, pelo representante da AdUFRJ-Ssind José Miguel, pela representante do Movimento Universidade Crítica Vera Salim e pelo representante do Grêmio do CAp-UFRJ Vicente Saraiva realizou a entrega do documento, recebido pela Diretora Celina, pela Vice-Diretora Miriam e pelo Diretor Adjunto de Licenciatura e Prática de Ensino Fábio. Infelizmente, a AdUFRJ apresentou outro documento, exigindo os critérios adotados pela instituição para não renovar o contrato do professor, fragmentando as reivindicações apresentadas.
A moção de repúdio à perseguição política no CAp-UFRJ já conta com expressivas assinaturas de estudantes, funcionários e professores da UFRJ, além de diversos trabalhadores de outras instituições e diversas entidades que têm pautado a luta em defesa da Educação Pública.

sábado, 15 de novembro de 2008

Convocatória para a reunião de construção do Congresso Nacional de Estudantes

A todas as entidades do movimento estudantil brasileiro

Entendendo a importância de avançar na construção do Congresso Nacional de Estudantes, convocamos todas as entidades a estarem presentes na reunião nacional de construção do Congresso a acontecer no dia 29 de novembro, às 17h, no prédio da Medicina da USP (ao lado metrô Clínicas – Linha Verde).
Na primeira reunião que realizamos, no dia 13 de setembro, na UERJ, encaminhamos a discussão da Jornada de Lutas nas entidades, a construção do boicote ao ENADE e discussão nas entidades sobre o Congresso.
Nesta segunda reunião, queremos avançar no projeto do Congresso em si. Para isso, achamos importante a presença do maior número possível de entidades, para que seja permitido refletir de conjunto a dinâmica das lutas e da reorganização do Movimento estudantil brasileiro.
Queremos também aproveitar a oportunidade do Encontro, para fazermos uma avaliação das primeiras atividades que encaminhamos no dia 13/09.
Saudações de luta
Comissão organizadora do Congresso Nacional de Estudantes:
DENEFONO
DCE UFRJ
DCE UFJF
DCE UFAL
CALEF – UFRRJ
CALH – UFSC
CEFISMA - USP
CACS – PUC/SP
CA Vladimir Herzog – Cásper Líbero
CASS UFRJ
CAEFD UFRJ
CAPED - UFRJ
CA 6 de Outubro Letras/UFRJ
CACH UNICAMP
CA Serviço Social UFAL
CA de Geografia UECE
CA TO UEPA
DA Paragominas UFPA
Grêmio CEFET BH
Grêmio Brasílio Machado/SP
Grêmio ETE República/RJ

Informativo da Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes

Informativo nº2
Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes
14 de novembro de 2008



Introdução


Como informado via listas nacionais de e-mail do movimento estudantil, foi realizada uma segunda reunião da Comissão Organizadora (CO) do Congresso Nacional de Estudantes (CNE) em Brasília, aproveitando a ocasião do ato em defesa do ANDES-SN.
Muitas entidades que compõem a CO não puderam estar presentes em função de eleições que estavam ocorrendo em suas Universidades e escolas. De qualquer forma, a reunião foi bastante ampla e contou com a presença de quase 200 estudantes.


Um Congresso construído nas lutas

Assim que terminado o Ato do ANDES-SN em frente ao Ministério do Trabalho, boa parte da juventude que lá estava presente se deslocou em passeata em direção ao MEC para manifestar as lutas do movimento estudantil. A coluna que encabeçou o ato da juventude foi a delegação da Universidade Federal de São João Del Rei, do campus de Divinópolis/MG.
Essa delegação era composta pelos grevistas, que hoje se encontram em uma forte luta, afinal o campus Dona Lindu (nome da mãe do Lula, parte do projeto de expansão que o Lula promoveu em seu primeiro mandato) é mais um exemplo da expansão irresponsável que este governo está promovendo, pois foram abertas 400 novas vagas sem que fossem garantidos os recursos necessários, acarretando problemas como falta de professores, falta de assistência estudantil, falta de infra estrutura, etc.
Durante o ato foi entregue um dossiê produzido pelos estudantes de Divinópolis e decorreu uma reunião dos grevistas com um representante do MEC. Esta reunião ocorreu às 17h. Entre o ato e esta reunião, realizou-se a reunião da CO do CNE, na porta do MEC.

Em função da grande quantidade de pessoas presentes que não havia discutido ainda o Congresso em suas entidades, a reunião cumpriu mais o papel de apresentar o Congresso a essas pessoas, porém garantiu alguns encaminhamentos importantes, levantando propostas para serem definidas no dia 29, data da reunião nacional de construção do Congresso.

Encaminhamentos:


1) Início da elaboração da arte de apresentação do Congresso

Foi discutida a necessidade de o Congresso começar a ter cara na base das Universidades e escolas, portanto, o Centro Acadêmico de Educação Física da UFG se dispôs a elaborar uma arte para ser apresentada e definida na reunião do dia 29. A idéia é que essa arte esteja impressa em todos os materiais de divulgação do Congresso que serão definidos na reunião do dia 29/11 (Manifesto e Carta de apresentação do Congresso, instrumentos definidos na 1ª reunião da CO).

2) Convocação da reunião do dia 29/11
Foi apresentada a proposta de convocatória para a reunião do dia 29/11 e esta foi aprovada e também foi enfatizada a necessidade de presença do maior número de estudantes e entidades, para que a reunião possa refletir bem o processo de luta e reorganização do movimento estudantil brasileiro.

3) Adesões à Comissão Organizadora

As seguintes entidades manifestaram na reunião da CO a adesão a esta Comissão:
-Centro Acadêmico de Serviço Social UFAL
-DCE UFAL

As seguintes entidades manifestaram via lista de e-mail a adesão à CO:
-CA de Geografia UECE
-DA Paragominas UFPA
-CA Terapia Ocupacional UEPA

Atenção!
Há muitas entidades que estão escrevendo e manifestando o apoio à construção do Congresso.. A idéia é que todas as entidades apoiadoras e construtoras do Congresso assinem o Manifesto que vamos fechar na reunião do dia 29 de novembro.

Dessa forma, agora compõem a CO do CNE:
DENEFONO, DCE UFRJ, DCE UFJF, DCE UFAL, CALEF/UFRRJ, CALH/UFSC, CEFISMA/USP, CACS – PUC/SP, CA Vladimir Herzog – Cásper Líbero, CASS/UFRJ, CAEFD/UFRJ, CAPED/UFRJ, CA 6 de Outubro Letras/UFRJ, CACH UNICAMP, CA Serviço Social UFAL, CA de Geografia UECE, CA TO UEPA, DA Paragominas UFPA, Grêmio CEFET BH, Grêmio Brasílio Machado/SP, Grêmio ETE República/RJ.

domingo, 2 de novembro de 2008

Informativo da Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes

Informativo nº 1
Comissão Organizadora do Congresso Nacional de Estudantes
24 de outubro de 2008


No dia 13 de setembro, como muitos puderam ver pela relatoria divulgada nas listas de e-mails nacionais do movimento estudantil, foi realizada uma reunião no Rio de Janeiro com diversas entidades do país para avançar na construção do Congresso Nacional de Estudantes (CNE). Essa reunião encaminhou vários pontos, entre eles a formação de uma comissão organizadora aberta, composta por algumas entidades, entre CA’s/DA’s, Grêmios, DCE’s e Executivas de Curso.

No último dia 23 de outubro, a Comissão Organizadora (CO) do Congresso Nacional de Estudantes se reuniu virtualmente e apontou alguns encaminhamentos, os quais gostaríamos de compartilhar com o conjunto do movimento estudantil.

Antes de apresentar os encaminhamentos da reunião on line, gostaríamos de lembrar que segue válida a orientação definida na reunião do dia 13/09 de discutir a construção do Congresso Nacional de Estudantes em todas as entidades do movimento estudantil, entre CA’s, DA’s, Grêmios, DCE’s e Executivas de Curso.

Construção da Cartilha sobre o ENADE/SINAES
Também no dia 13, discutimos a importância de o Congresso ser construído nas lutas, porque foi principalmente através delas que vimos a ausência de um fórum nacional do movimento estudantil que pudesse articular e potencializar as mobilizações em defesa da Educação Pública, contra o REUNI, a Reforma Universitária e os diversos outros ataques sobre a Educação. Portanto, definimos por nos engajar na construção do boicote ao ENADE, em conjunto com o ANDES e o Fórum de Executivas de Curso. Para fortalecer nossa luta, definimos na CO do Congresso a elaboração de uma cartilha sobre o ENADE e o SINAES, para ajudar o movimento a se instrumentalizar nesse debate e bancar a luta com as Reitorias e diretorias de Universidades que perseguem politicamente os estudantes e/ou entidades que constroem o boicote.


Carta da CO para as entidades que ainda não estão construindo o CNE e Manifesto de assinaturas pela construção do Congresso
Instrumento para divulgação, apresentação e convocação de mais entidades para construção do Congresso.

Convocar a 2ª reunião nacional de construção do Congresso para o dia 29 de novembro, em São Paulo/SP.
A CO está responsável por operar os encaminhamentos que as reuniões nacionais de construção do Congresso orientam. Por isso, achamos necessário convocar uma outra reunião nacional, com a presença de muitas entidades de todos o país para avançarmos no planejamento do Congresso.

Encontros/Plenárias Estaduais
O Encontro Nacional de Estudantes, que ocorreu em Julho, encaminhou a realização de iniciativas estaduais, como encontros, plenárias de entidades, etc, para articular as lutas e debater a reorganização do movimento estudantil.
Na reunião do dia 13 de setembro, reafirmamos esse encaminhamento e a reunião da CO contou com informes como a construção do Encontro Bahiano de Estudantes, a construção da Plenária estadual no Rio de Janeiro e a realização de uma plenária do Movimento Nada Será Como Antes em São Paulo, que definiu pela construção do Congresso.
É importante que essas iniciativas sigam ocorrendo, porque significa enraizar mais ainda na base do movimento estudantil a discussão sobre o CNE.

Moção de solidariedade ao ANDES
Elaborar uma moção de solidariedade da CO do CNE em defesa do ANDES, que por conta de sua postura combativa nas mobilizações em defesa da Educação Pública, contra os ataques do governo Lula, perdeu seu registro sindical.


Compõem a CO do CNE:
DENEFONO; DCE UFRJ; DCE UFMG (vai rediscutir, acabaram de sair das eleições); DCE UFJF; CALEF – UFRRJ (em eleição também); CALH – UFSC; CACS PUC/SP; CA Vladimir Herzog Cásper Líbero; CASS UFRJ; CAEFD UFRJ; CACH UNICAMP; CA 6 de Outubro Letras/UFRJ; Grêmio CEFET BH; Grêmio Brasílio Machado SP; Grêmio ETE República RJ. O CAPED da UFRJ se integrou na CO na reunião de 23/10.

sábado, 27 de setembro de 2008

Relato da reunião de construção do Congresso Nacional de Estudantes

Realizada na UERJ durante o processo de ocupação da reitoria da instituição pelos estudantes que lutam em defesa da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade, a reunião de construção do Congresso Nacional de Estudantes contou com 119 presentes e diversas entidades do país. Seria importante que a reunião apontasse já a data e o local do evento, para que a construção do mesmo comece a se materializar e possamos aglutinar diversos estudantes das faculdades e colégios públicos e privadas de nosso país para discutir a articulação das lutas e consolidar o novo Movimento Estudantil.

Estiveram presentes:

DCE’s
DCE UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro
DCE UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
DCE UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais
DCE UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora
DCE UFSJ – Universidade Federal de São João Del Rei
DCE UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina
DCE UFG – Universidade Federal de Goiás

Executivas/Federações de Curso
EXNEEF – Executiva Nacional dos Estudantes de Educação Física
FEMEH – Federação do Movimento Estudantil de História
DENEFONO – Diretoria Executiva Nacional dos Estudantes de Fonoaudiologia
FENEA – Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura
EXNEL – Executiva Nacional dos Estudantes de Letras

CA’s/DA’s:
Rio de Janeiro
CAEFD – UFRJ
CASS – UFRJ
CA 6 de Outubro – Letras/ UFRJ
CACO – UFRJ
CAEFA – UFRJ
CAMMA – UFRJ
CAECO – UFRJ
CA Pedagogia – UFRJ
CALET – UERJ/FFP
DA Economia – UFRRJ
CALEF – UFRRJ
DECIM – UFRRJ
CAL – UFF
CAHIS – UFF
DEPURO – UFF
UCAM (Pedagogia) – Nova Friburgo
CA de História – Universidade Gama Filho
Santa Catarina
CALH – UFSC
CALE – UFSC
CAAD – UFSC
CUC – UFSC
CALISS – UFSC
CALL - UFSC
São Paulo
CAMS – EACH/USP
CAFONO – USP
CEFISMA – USP
CACH – UNICAMP
Conselho de entidades de base UNESP Bauru
CACS – PUC/SP
DA FAFIL – FSA
CA Vladimir Herzog – Cásper Líbero
Minas Gerais
DA IGC – UFMG
CA História – UFSJ
DA Serviço Social – UFJF
Bahia
CAHIS – UFBA
Sergipe
CRIAR – UFS


Grêmios:
São Paulo
Grêmio Brasílio Machado
Grêmio KK
Grêmio ETE Laura Gomes
Rio de Janeiro
Grêmio CAP – UFRJ
Grêmio ETE República
Grêmio ETE Ferreira Vianna
Grêmio Pedro II São Cristóvão
Grêmio CEFET – RJ
Grêmio CEFET Química – RJ
Santa Catarina
Grêmio CEFET – SC
Minas Gerais
Grêmio CEFET – MG



Coletivos/Organizações Nacionais
Movimento Nada Será Como Antes – USP
Movimento Não vou me adaptar – UFRJ
Movimento Quem vem com tudo não cansa – UFRJ
Coletivo Nacional Outras Palavras – Letras em Luta!
Coordenação Nacional de Lutas dos Estudantes – CONLUTE

A reunião ainda contou com uma carta do Conselho de entidades de base da Universidade Federal da Paraíba, que em seu último Congresso interno definiu pela participação e construção do Congresso Nacional de Estudantes. Como os companheiros não puderam estar presentes, em função de limitações financeiras, enviaram uma carta à reunião, saudando a iniciativa e propondo a realização de reuniões também no Nordeste, para envolvimento de mais entidades dessa região na construção do Congresso.

Alguns companheiros do movimento estudantil da Universidade Federal de Alagoas também justificaram sua ausência em função da realização das eleições para o DCE dessa Universidade.

Dessa forma, a reunião contou com dois pontos de pauta:
1) Lutas das escolas e universidades
Informe das lutas de cada escola e universidade
2) Início da organização do Congresso
Início da elaboração sobre o processo de construção do Congresso

Encaminhamentos:
1) Lutas das escolas e universidades
a) Organizar o boicote ao ENADE nas universidades, em conjunto com a campanha tocada pelo Fórum de Executivas de Curso e pelo ANDES, além de outras entidades estudantis do país.
b) Indicar às entidades de base – CA’s, Grêmios e DCE’s - a discussão sobre A construção da Jornada de Lutas de Outubro, organizada pela Conlutas, Intersindical, Via campesina, além de organizações dos movimentos sociais de outros países da América Latina.

2) Organização do Congresso
a) Montada uma comissão organizadora composta pelas seguintes entidades (na medida em que outras entidades forem discutindo a construção do Congresso, podem se incorporar a esta comissão, que é aberta):
DENEFONO
DCE UFRJ
DCE UFMG
DCE UFJF
CALEF – UFRRJ
CALISS – UFSC
CACS – PUC/SP
CA Vladimir Herzog – Cásper Líbero
CASS UFRJ
CACH UNICAMP
CA 6 de Outubro Letras/UFRJ
Grêmio CEFET BH
Grêmio Brasílio Machado – SP
Grêmio ETE República – RJ
CAEFD UFRJ

b) Indicou a realização de Plenárias estaduais neste segundo semestre para discutirem a organização das lutas, a construção do Congresso e a reorganização do Movimento estudantil brasileiro. Essas Plenárias/Encontros podem ser organizadas por reuniões como esta que acabou de acontecer no Rio de Janeiro, reproduzindo em níveis locais essa 1ª iniciativa nacional.

3) Outros encaminhamentos:
Carta de apoio à Ocupação da UERJ e convite para a Ocupação aprofundar o debate sobre a construção do Congresso Nacional de Estudantes.